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34 artigos encontrados

Novas regras para doação de sangue: o que muda na triagem com a Portaria GM/MS nº 11.685/2026
A Portaria 11.685/2026 atualizou as regras de doação de sangue no Brasil. O prazo de inaptidão após tatuagens e procedimentos estéticos seguros caiu para 7 dias. Com novos exames, a espera por exposição à malária diminuiu para 30 dias e não há mais limite de idade máxima para doadores regulares.

Colite pseudomembranosa em 2026: o que muda no tratamento da infecção por Clostridioides difficile
Atualização de 2026 da AGA sobre o manejo da infecção por Clostridioides difficile: diagnóstico, gravidade, tratamento, recorrência, terapias baseadas em microbiota e prevenção.

SBP atualiza a reanimação neonatal: o que muda na sala de parto em 2026
Diretrizes 2026 da SBP para reanimação neonatal: principais atualizações para recém-nascidos ≥34 e <34 semanas, incluindo clampeamento do cordão, monitorização, oxigênio, ventilação, CPAP, máscara laríngea e reanimação avançada.

Ministério da Saúde amplia vacina contra o HPV para vítimas de violência sexual: o que muda na prática clínica em 2026
O Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra o HPV para crianças vítimas de violência sexual a partir dos 2 anos. Entenda o que mudou, os critérios da nova indicação e os principais pontos para a prática clínica em 2026.

A corrida contra o tempo ganha novas regras (AVC isquêmico - AHA/ASA 2026)
A diretriz AHA/ASA 2026 atualiza o manejo do AVC isquêmico agudo, com mudanças na trombólise, trombectomia, critérios de seleção, controle pós-reperfusão, AVC pediátrico e transporte pré-hospitalar.

Infarto sem números: por que a 5ª Definição Universal muda a lógica do diagnóstico em 2026
ESC, ACC, AHA e WHF reformulam a classificação de infarto e substituem a lógica dos tipos 1 a 5 por três tipos clínicos

AHA e SBC atualizam as diretrizes de dislipidemia: o que muda na prática clínica em 2026
Novas metas de LDL, Lp(a) para todos os adultos e mudanças na avaliação de risco: entenda o que mudou nas diretrizes de dislipidemia.

Atualização da definição de insuficiência cardíaca: o que muda na prática clínica em 2026
A Segunda Definição Universal de Insuficiência Cardíaca, publicada em 2026, atualiza a classificação pela fração de ejeção, amplia a abordagem etiológica e introduz novas definições para trajetórias e descompensação da doença.

Ministério da Saúde atualiza a notificação compulsória: o que muda na prática em 2026
A Portaria GM/MS nº 11.211/2026 atualiza as regras de vigilância epidemiológica no Brasil, incluindo a caxumba e a febre do Oropouche na notificação compulsória, redefinindo a vigilância da SRAG e ajustando as regras para covid-19, difteria e tétano.

GOLD 2026 atualiza diretriz de DPOC: o que muda na prática clínica
O GOLD 2026 muda a classificação da DPOC: uma única exacerbação moderada já coloca o paciente no grupo E. A atualização também adota os critérios de Roma, reforça o papel dos eosinófilos e amplia o uso de terapias biológicas.

O que sobrevive de uma diretriz para outra? As mudanças do GINA 2025 que continuam valendo em 2026
As mudanças do GINA 2025 continuam válidas em 2026 e têm alta chance de cair em provas. Entre elas estão a retirada do fenoterol, uso de biomarcadores no diagnóstico, mudanças no Step 4, novos critérios pediátricos e atualização da nomenclatura da asma.

JAMA atualiza sobre diverticulite aguda não complicada: o que muda na prática clínica
Durante décadas, antibióticos foram prescritos rotineiramente para diverticulite aguda não complicada. Hoje, estudos mostram que essa prática nem sempre é necessária. Descubra quem pode ser tratado sem antibióticos e quais pacientes ainda exigem essa terapia.

O declínio da Terapia Tripla: como a nova diretriz muda o tratamento do H. pylori em 2026
As novas diretrizes para o tratamento da infecção por Helicobacter pylori marcam o fim da terapia tripla como padrão. Entenda o papel da terapia quádrupla com bismuto, da vonoprazana, das estratégias de resgate e da confirmação obrigatória da erradicação.

SUS atualiza o rastreamento do câncer colorretal: o que muda na prática em 2026
O SUS atualizou o rastreamento do câncer colorretal em 2026. O FIT passa a ser o exame inicial, a colonoscopia fica reservada para casos específicos e o país adota um programa organizado para pessoas de 50 a 75 anos. Entenda o que mudou e os principais debates da diretriz.

HIV e amamentação: a mudança que os EUA fizeram (e o Brasil decidiu não seguir)
Nos Estados Unidos, mulheres vivendo com HIV em tratamento e com carga viral indetectável já podem, sob acompanhamento rigoroso, optar por amamentar. No Brasil, a realidade é diferente.

O Retorno da Quinta Dose: PNI Altera Novamente o Calendário da Pólio em 2026
O SUS reintroduz o segundo reforço contra a paralisia infantil a partir de agosto, consolidando a transição definitiva para um esquema 100% injetável (VIP).

Licença-paternidade ampliada para 20 dias: o que muda, quem é beneficiado e quando entra em vigor
Após quase quatro décadas esperando regulamentação, o direito constitucional à licença-paternidade sai do papel com força total: novo benefício previdenciário, implementação gradual até 2029 e cobertura para categorias historicamente esquecidas pela legislação trabalhista.

O que a nova diretriz realmente muda sobre hipotireoidismo na gestação
A diretriz ATA 2026 reformula o manejo do hipotireoidismo na gestação ao reduzir tratamentos sem benefício comprovado, abandonar o uso rotineiro de levotiroxina em TPOAb positivas eutireoidianas e priorizar monitoramento clínico, individualização e decisões compartilhadas.

A SOP virou SOMP — entenda o que isso muda
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) passou a se chamar Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP). A mudança busca refletir melhor a natureza endócrina e metabólica da condição. Critérios diagnósticos e tratamento permanecem inalterados.

Asma na Infância e GINA 2026: a transição do alívio sintomático para a preservação pulmonar e remissão
A atualização da GINA 2026 redefine o manejo da asma pediátrica: controlar sintomas não basta. O foco passa a ser reduzir riscos futuros, preservar a função pulmonar e buscar remissão. A diretriz reforça o uso de corticoides inalatórios, desencoraja SABA isolado e restringe corticoides orais.

Ministério da Saúde atualiza rastreamento do DM2: o que o médico precisa saber
O novo PCDT 2026 do DM2 reduz o rastreamento universal de 45 para 35 anos, alinhando o SUS à evidência atual. A mudança amplia o diagnóstico precoce e incorpora novos fatores de risco, mas desafia a capacidade operacional da atenção primária no Brasil.

Roma V: a transição dos distúrbios funcionais para os distúrbios de interação cérebro-intestino
Roma V (2026) redefine os distúrbios gastrointestinais funcionais como DGBIs, valorizando mecanismos biológicos, testes fisiológicos e o eixo cérebro-intestino no diagnóstico pediátrico.

Endocardite Infecciosa: diagnóstico em evolução — dos Critérios de Duke ao Escore Brasileiro
A endocardite infecciosa segue entre as infecções mais letais da prática clínica. Entenda como os Critérios de Duke-ISCVID 2023 e o escore brasileiro EndoPredict-Dx modernizam o diagnóstico precoce e aumentam a precisão na emergência.

O Fim do Cálculo de Peso: como a nova dose fixa de ferro mudou a suplementação no lactente
Durante anos, dois protocolos divergentes coexistiram na prática pediátrica brasileira. Em 2026, a SBP encerrou o impasse: dose fixa de 10–12,5 mg/dia, esquema em ciclos, e uma única linguagem para todo o país.

Cálcio na gestação: a recomendação que se desfez diante de novas evidências
Em 2025, o Ministério da Saúde universalizou a suplementação de cálcio. Meses depois, a FEBRASGO retirou a indicação preventiva.

O Papanicolau era bom — mas o Brasil decidiu ser ainda melhor
Saiba o que mudou no rastreamento do câncer de colo do útero e na vacinação contra HPV

AHA e ACC juntas pela primeira vez: o que muda no TEP com o guideline de 2026
A primeira diretriz conjunta das duas maiores organizações de cardiologia do mundo redefiniu como classificamos, estratificamos e tratamos o tromboembolismo pulmonar agudo.

Novo PCDT da Osteoporose - Quando tratar só pelo número na densitometria deixou de ser suficiente
Novo PCDT da osteoporose muda o foco do T-score isolado para o risco de fratura em 10 anos (FRAX®). Introduz estratificação de risco, individualiza condutas e prioriza anabólicos em casos graves, corrigindo subtratamento e uso excessivo de bisfosfonatos.

ATLS 11ª Edição: o que muda no manejo do pneumotórax hipertensivo e do hemotórax maciço
ATLS 11ª edição: novas abordagens no pneumotórax hipertensivo e no hemotórax maciço — descompressão mais flexível e definições baseadas em repercussão clínica

Reposição volêmica em queimados no 11° ATLS: o que mudou e por que importa
A 11ª edição do ATLS muda a reposição volêmica em queimados para reduzir o “fluid creep”. Sai o esquema rígido da fórmula de Parkland (50% em 8h + 50% em 16h). Agora calcula-se uma taxa inicial (volume ÷16h) e ajusta-se continuamente conforme a diurese e a resposta clínica do paciente.